Bloco de Esquerda denuncia poluição no Almonda
José Gusmão, cabeça-de-lista às próximas eleições legislativas pelo Bloco de Esquerda, participou numa acção com o objectivo de denunciar a poluição no Rio Almonda. O candidato do Bloco falou do mau funcionamento da ETAR dos Riachos, e esteve no local das descargas da Sociedade Lusitana de Destilação. Esta empresa recebe subsídios comunitários na área da agricultura, bem acima dos 6 milhões de euros, e faz descargas não tratadas no rio Almonda, perante a passividade das autoridades. Disse ainda aquele candidato, que as descargas têm impactos graves no rio, que se estendem à qualidade de vida das populações e à agricultura nas zonas ribeirinhas.
O BE considera que é inaceitável, por um lado, que os subsídios comunitários sejam atribuídos sem qualquer tipo de critério mínimo de respeito pelo ambiente e, por outro, que uma empresa com recursos financeiros desta dimensão não seja chamada ao cumprimento das suas responsabilidades. Perante a possibilidade de construção de uma ETAR que pudesse tratar as águas residuais desta empresa, o Bloco de Esquerda considera que a sua construção e manutenção deve ser assegurada responsabilizando também a empresa que polui. Seria um péssimo precedente que as autoridades públicas, aliás ao contrário do que acontece com outras empresas na região.
O Bloco aproveita a ocasião para reiterar o seu compromisso para com a despoluição da Bacia Hidrográfica do Rio Tejo como um dos eixos estruturantes do seu programa, no sentido do aproveitamento de todo o seu potencial social, económico, turístico e cultural. Para esta força política, que participou no acto fundador do “Movimento Protejo”, movimento que reúne organizações, associações e partidos que partilham este propósito, este continuará a ser um tema de destaque.
-------------------------------------
José Gusmão, cabeça-de-lista às próximas eleições legislativas pelo Bloco de Esquerda, participou numa acção com o objectivo de denunciar a poluição no Rio Almonda. O candidato do Bloco falou do mau funcionamento da ETAR dos Riachos, e esteve no local das descargas da Sociedade Lusitana de Destilação. Esta empresa recebe subsídios comunitários na área da agricultura, bem acima dos 6 milhões de euros, e faz descargas não tratadas no rio Almonda, perante a passividade das autoridades. Disse ainda aquele candidato, que as descargas têm impactos graves no rio, que se estendem à qualidade de vida das populações e à agricultura nas zonas ribeirinhas.
O BE considera que é inaceitável, por um lado, que os subsídios comunitários sejam atribuídos sem qualquer tipo de critério mínimo de respeito pelo ambiente e, por outro, que uma empresa com recursos financeiros desta dimensão não seja chamada ao cumprimento das suas responsabilidades. Perante a possibilidade de construção de uma ETAR que pudesse tratar as águas residuais desta empresa, o Bloco de Esquerda considera que a sua construção e manutenção deve ser assegurada responsabilizando também a empresa que polui. Seria um péssimo precedente que as autoridades públicas, aliás ao contrário do que acontece com outras empresas na região.
O Bloco aproveita a ocasião para reiterar o seu compromisso para com a despoluição da Bacia Hidrográfica do Rio Tejo como um dos eixos estruturantes do seu programa, no sentido do aproveitamento de todo o seu potencial social, económico, turístico e cultural. Para esta força política, que participou no acto fundador do “Movimento Protejo”, movimento que reúne organizações, associações e partidos que partilham este propósito, este continuará a ser um tema de destaque.
-------------------------------------